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Cachorro se coçando e se mordendo, o que fazer?
Ah, a cena clássica: seu companheiro peludo, antes tranquilo, agora está inquieto, se coçando incessantemente e se mordiscando como se houvesse algo invisível o incomodando. Eu, Patricia, com mais de uma década de experiência ao lado de cães e de seus tutores, sei exatamente como essa situação pode ser angustiante. Ver a Magali, minha beagle cheia de energia, ou o Tuta, meu golden retriever brincalhão, passando por isso, me parte o coração. É um sinal claro de que algo não está certo, e como tutores responsáveis, nossa primeira reação é buscar respostas e, claro, alívio para eles.
Este comportamento, embora comum, nunca deve ser ignorado. A coceira e a mordiscada excessiva podem ser sintomas de uma variedade de problemas, desde algo simples como uma pulga solitária até condições mais complexas que exigem atenção veterinária. Meu objetivo aqui é te guiar por esse labirinto de possibilidades, oferecendo informações claras, práticas e baseadas na minha vivência, para que você possa entender o que pode estar acontecendo e, mais importante, saber o que fazer para ajudar seu amigo de quatro patas.
Não se preocupe, você não está sozinho nessa. Vamos juntos desvendar os mistérios por trás da coceira e da mordiscada, e encontrar o caminho para o bem-estar do seu cão. Lembre-se, um tutor informado é o melhor defensor da saúde de seu animal.
Por que meu cachorro se coça e se morde tanto?
Quando um cachorro se coça e se morde, é um comportamento que indica desconforto e, muitas vezes, dor. Imagine a gente com uma picada de mosquito insuportável; a sensação é a mesma, só que para eles, o mundo é muito mais sensorial e qualquer irritação pode ser amplificada. As causas são variadas, e entender cada uma delas é o primeiro passo para encontrar a solução. Minha experiência me mostra que a maioria dos casos se encaixa em algumas categorias principais, que vamos explorar a fundo.
Parasitas externos: os invasores invisíveis
Essa é, sem dúvida, a causa mais comum e a primeira que vem à mente de muitos tutores. Parasitas externos são pequenos seres que se alimentam do sangue ou da pele do seu cão, causando irritação intensa. Eles são os grandes vilões por trás de muitos episódios de cachorro se coçando e se mordendo.
Pulgas e carrapatos: os velhos conhecidos
Pulgas são minúsculas e ágeis, difíceis de ver a olho nu, mas seus efeitos são inconfundíveis. A saliva da pulga, quando ela pica para se alimentar, é altamente alergênica para muitos cães, causando uma reação intensa que pode levar a coceira extrema, vermelhidão e até perda de pelo. Os carrapatos, por sua vez, são maiores e mais fáceis de identificar, principalmente após se alimentarem. Eles se fixam na pele e podem transmitir doenças graves, além de causar irritação localizada.
Eu sempre recomendo uma rotina rigorosa de prevenção contra esses parasitas. Existem diversos produtos no mercado – coleiras, pipetas, comprimidos – e a escolha ideal depende do estilo de vida do seu cão e da sua região. Conversar com o veterinário sobre a melhor opção é fundamental. Quando eu percebo que a Magali ou o Tuta estão mais inquietos, a primeira coisa que faço é verificar se há algum desses hóspedes indesejados.
Ácaros: os inimigos microscópicos
Os ácaros são ainda menores que as pulgas e não são visíveis sem um microscópio. Eles causam as sarnas, como a sarna sarcóptica (altamente contagiosa e que provoca uma coceira muito intensa, com lesões que começam nas orelhas e cotovelos) e a sarna demodécica (que geralmente não coça tanto, mas causa perda de pelo e pode indicar uma baixa na imunidade). A sarna de ouvido, causada por outro tipo de ácaro, afeta o canal auditivo, levando o cão a coçar e sacudir a cabeça. O diagnóstico e tratamento dos ácaros são sempre feitos com a ajuda de um veterinário, que fará exames específicos para identificá-los.
Alergias: quando o próprio corpo reage
Assim como nós, os cães também podem desenvolver alergias a diversas substâncias. As reações alérgicas são uma das principais causas de coceira crônica e levam o cachorro a se coçar e se morder de forma persistente. É um desafio identificar o gatilho, mas com paciência e método, é possível.
Alergia alimentar
A alergia alimentar ocorre quando o sistema imunológico do cão reage a uma proteína específica presente na dieta. Os sintomas podem incluir coceira generalizada (especialmente nas patas, orelhas e região anal), problemas gastrointestinais (vômitos, diarreia) e infecções de pele secundárias. As proteínas mais comuns que causam alergia são frango, carne bovina, laticínios e trigo. O diagnóstico geralmente envolve uma dieta de eliminação, onde o cão consome uma fonte de proteína e carboidrato nunca antes ingerida por um período, sob orientação veterinária, para depois reintroduzir os alimentos gradualmente.
Alergia ambiental (atópica)
A dermatite atópica canina é uma condição genética que faz com que o cão seja sensível a alérgenos ambientais, como pólen, ácaros da poeira, mofo e grama. Os sintomas são sazonais ou perenes, dependendo do alérgeno, e incluem coceira nas patas, axilas, virilha, face e orelhas. É uma condição crônica que exige manejo contínuo, com medicamentos, banhos terapêuticos e, em alguns casos, imunoterapia. É como ter rinite alérgica o ano todo, mas na pele!
Dermatite de contato
Menos comum, a dermatite de contato ocorre quando a pele do cão reage diretamente a uma substância irritante ou alérgica, como produtos de limpeza, certas plantas, tecidos ou shampoos. A coceira e a irritação ficam restritas à área que entrou em contato com o alérgeno. Identificar e remover a fonte do contato é a chave para a recuperação.
Infecções de pele: os oportunistas
Qualquer irritação na pele do cão, seja por parasitas ou alergias, pode abrir a porta para infecções secundárias. A pele se torna mais vulnerável, e bactérias ou fungos que vivem naturalmente nela podem se proliferar, agravando a coceira e o desconforto.
Infecções bacterianas (piodermite)
A piodermite é uma infecção bacteriana da pele, geralmente causada por bactérias estafilocócicas. Ela se manifesta com pústulas, crostas, vermelhidão e perda de pelo. A coceira é intensa e o cão pode se lamber e morder ainda mais, piorando as lesões. O tratamento envolve antibióticos, tanto orais quanto tópicos, e banhos com shampoos antissépticos. É fundamental tratar a causa primária da piodermite, seja ela uma alergia ou parasitas, para evitar recorrências.
Infecções fúngicas (malassezia)
A malassezia é uma levedura que vive normalmente na pele dos cães, mas que pode se proliferar em excesso em condições de umidade, calor ou quando a imunidade do cão está comprometida. Causa coceira, pele oleosa, vermelhidão, odor forte e, em casos crônicos, a pele pode ficar espessada e escurecida. O tratamento envolve antifúngicos, shampoos especiais e o controle da causa subjacente.
Outras causas de coceira e mordiscadas
Nem sempre a coceira está relacionada a parasitas, alergias ou infecções. Existem outras condições que podem levar um cachorro a se coçar e se morder.
Dor e desconforto
Cães podem se morder ou lamber excessivamente uma área do corpo para aliviar a dor ou o desconforto. Isso pode ser causado por uma lesão, artrite, problemas nas articulações ou até mesmo dor abdominal. Se a mordiscada é localizada e persistente em um ponto específico, investigue a possibilidade de dor.
Estresse e ansiedade
O comportamento compulsivo de lamber ou morder pode ser um sinal de estresse ou ansiedade. Cães entediados, ansiosos por separação, ou que vivem em ambientes estressantes podem desenvolver esses hábitos como uma forma de liberar a tensão. Nesses casos, a coceira não tem uma causa física, mas sim comportamental. É como quando a gente rói as unhas por nervosismo. Para a Magali, que é uma beagle com muita energia, se ela não faz exercício suficiente, ela pode começar a lamber as patinhas de forma excessiva. É a maneira dela de extravasar.
Problemas neurológicos
Em casos mais raros, certas condições neurológicas podem causar sensações anormais na pele, levando o cão a se coçar ou morder. Isso é menos comum, mas é algo que o veterinário pode considerar se outras causas forem descartadas.
O que devo observar no meu cachorro?
Antes de entrar em pânico, respire fundo. Observar atentamente seu cão pode fornecer pistas valiosas para o veterinário. Anote tudo que você notar:
- Onde a coceira é mais intensa? Patas, orelhas, barriga, base da cauda?
- Quando começou? Foi de repente ou gradualmente?
- Há outros sintomas? Vermelhidão, crostas, feridas, perda de pelo, odor, inchaço?
- Há mudanças no comportamento? Apatia, falta de apetite, irritabilidade?
- Há mudanças na rotina? Nova ração, novo ambiente, novos passeios, contato com outros animais?
- É sazonal? Acontece em alguma época específica do ano?
Essas informações são ouro para o diagnóstico e te ajudarão a comunicar de forma eficaz com o profissional.
Cachorro se coçando e se mordendo: o que fazer em casa e quando procurar ajuda profissional?
A primeira coisa a fazer é manter a calma. Eu sei que é difícil, mas o pânico não ajuda. Existem algumas medidas iniciais que você pode tomar em casa, mas é fundamental saber o limite e quando a visita ao veterinário se torna indispensável. Lembre-se, eu sou uma especialista e tutora experiente, mas não substituo o diagnóstico e tratamento de um veterinário.
Primeiras medidas em casa
Se você percebeu que seu cachorro se coça e se morde e não há sinais graves de imediato, algumas ações podem ajudar a aliviar o desconforto:
- Verificação de parasitas: Faça uma inspeção minuciosa na pele e no pelo do seu cão. Use um pente fino para pulgas, especialmente na base da cauda e na barriga. Procure por pequenos pontos pretos (fezes de pulga) ou os próprios parasitas. Se encontrar, um bom antipulgas de ação rápida pode ser o primeiro passo. E não se esqueça de higienizar o ambiente! Pulgas vivem mais no ambiente do que no cão.
- Banho com shampoo suave: Um banho com shampoo hipoalergênico e sem perfume pode remover alérgenos e irritantes da pele, proporcionando alívio temporário. Certifique-se de enxaguar muito bem para não deixar resíduos. Evite shampoos humanos, pois o pH da pele do cão é diferente.
- Limpeza das orelhas e patas: Se a coceira for concentrada nas orelhas, limpe-as suavemente com um produto específico para cães. Se as patas estiverem irritadas, lave-as com água morna e seque bem entre os dedos. Isso pode remover alérgenos e evitar infecções secundárias.
- Ambiente limpo e fresco: Mantenha a casa limpa, aspirando regularmente para remover poeira, ácaros e pelos. Um ambiente fresco também pode diminuir a irritação na pele de cães alérgicos.
Quando procurar um veterinário imediatamente
Existem situações em que a coceira e a mordiscada não são apenas um incômodo, mas um sinal de alerta que exige atenção veterinária urgente. Não hesite em procurar ajuda se observar:
- Feridas abertas, sangramento ou pus: Indícios de infecção grave ou lesões profundas.
- Inchaço, calor ou dor ao toque: Pode indicar inflamação, infecção ou até uma reação alérgica aguda.
- Perda de pelo significativa e generalizada: Um sinal de que a condição está avançada.
- Letargia, falta de apetite ou febre: Sintomas que sugerem que o cão está doente de forma sistêmica.
- Coceira que impede o cão de dormir ou comer: O nível de desconforto é muito alto e afeta a qualidade de vida.
- Tentativas de morder quem se aproxima da área afetada: Dor intensa pode levar a agressividade.
Nestes casos, o tempo é crucial. Quanto antes o diagnóstico e tratamento forem iniciados, melhor para a recuperação do seu cão.
O que esperar da consulta veterinária
Quando você leva seu cachorro que se coça e se morde ao veterinário, prepare-se para ser um bom observador. O veterinário fará uma série de perguntas e realizará um exame completo. Ele pode pedir:
- Raspados de pele: Para procurar por ácaros ou fungos.
- Cultura bacteriana ou fúngica: Para identificar o agente infeccioso e o melhor tratamento.
- Exames de sangue: Para verificar a saúde geral do cão e descartar problemas sistêmicos.
- Dieta de eliminação: Se houver suspeita de alergia alimentar.
- Testes alérgicos: Para identificar alérgenos ambientais.
O diagnóstico pode levar tempo e paciência. É um processo investigativo, e a colaboração entre você e o veterinário é fundamental para o sucesso do tratamento. Lembro-me de uma vez com o Tuta, ele começou a se lamber muito as patas. Achávamos que era alergia, mas depois de vários exames, descobrimos que ele tinha um pequeno cisto entre os dedos que o incomodava. O tratamento foi simples, mas o diagnóstico exigiu persistência.
Prevenção é sempre o melhor remédio: mantendo seu cão livre da coceira
Depois de passar por um episódio de cachorro se coçando e se mordendo, a gente aprende a valorizar a prevenção. Manter seu cão saudável e livre de desconforto é um trabalho contínuo, mas extremamente gratificante. Com as medidas certas, você pode diminuir drasticamente as chances de ele passar por isso novamente.
Rotina de controle de parasitas
Essa é a base de tudo. Converse com seu veterinário sobre o melhor programa de controle de pulgas e carrapatos para seu cão, levando em conta a região onde você mora, o estilo de vida dele (passeios em parques, contato com outros animais) e a presença de outros pets na casa. Existem opções mensais, trimestrais e até anuais. A consistência é a chave! Não adianta dar o remédio uma vez e esquecer. Para os meus cães, eu sigo rigorosamente o cronograma de antiparasitários indicado pelo veterinário, e nunca deixo de inspecioná-los após passeios em áreas de maior risco.
Dieta balanceada e de qualidade
Uma alimentação nutritiva e de alta qualidade é crucial para a saúde da pele e do pelo. Rações premium ou super premium, ricas em ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, vitaminas e minerais, fortalecem a barreira cutânea e podem reduzir a inflamação. Se o seu cão tem sensibilidade alimentar, uma dieta hipoalergênica ou com proteína hidrolisada pode ser a solução. Uma pele saudável é menos propensa a infecções e irritações.
Higiene adequada
Banhos regulares com shampoos específicos para cães, na frequência indicada pelo veterinário, ajudam a remover alérgenos, sujeira e excesso de oleosidade. Evite banhos excessivos ou produtos inadequados, que podem ressecar a pele e piorar a situação. A escovação diária também é importante, pois distribui os óleos naturais da pele, remove pelos soltos e permite que você inspecione a pele do seu cão em busca de qualquer anomalia.
Ambiente limpo e sem alérgenos
Reduzir a exposição a alérgenos ambientais é vital para cães com dermatite atópica. Aspire a casa frequentemente com um aspirador com filtro HEPA, lave a cama do seu cão regularmente com água quente, e use um purificador de ar se necessário. Evite fumar perto do seu cão e use produtos de limpeza sem cheiro forte. Se seu cão é alérgico a pólen, tente passear com ele em horários de menor concentração de pólen ou limpe as patinhas e o focinho após os passeios.
Exercício e enriquecimento ambiental
Como mencionei, o estresse e a ansiedade podem levar a comportamentos compulsivos de coceira e mordiscadas. Garanta que seu cão receba exercício físico adequado à sua raça e idade, além de enriquecimento ambiental com brinquedos interativos, passeios variados e treinamento positivo. Um cão feliz e estimulado mentalmente é menos propenso a desenvolver problemas comportamentais que afetam a pele.
Visitas regulares ao veterinário
Mesmo que seu cão pareça saudável, as consultas de rotina ao veterinário são essenciais. Elas permitem que o profissional identifique problemas em estágios iniciais, atualize vacinas e desparasitação, e ofereça orientações personalizadas para a saúde do seu pet. É um investimento na longevidade e qualidade de vida do seu companheiro.
Conclusão: a chave é a observação e a ação informada
Ver um cachorro se coçando e se mordendo é um alerta que jamais deve ser ignorado. Como tutora de coração e especialista que sou, entendo a preocupação que isso gera. Mas, como vimos, há muitas causas possíveis, e a boa notícia é que a maioria delas tem solução. O mais importante é que você seja um bom observador, anote os detalhes e não hesite em procurar a orientação de um veterinário.
Nossa jornada juntos, explorando as causas e as soluções para a coceira e mordiscadas, reforça o quanto a informação e o carinho são poderosos. Cada cão é um universo particular, e o que funciona para um pode não funcionar para outro. Minha experiência com a Magali e o Tuta me ensinou que a paciência e a persistência são grandes aliadas. Com os cuidados adequados, a orientação profissional e muito amor, seu amigo peludo poderá voltar a desfrutar de uma vida plena, livre de irritações. Cuide bem dele, ele merece todo o seu esforço!
Perguntas Frequentes
É normal meu cachorro se coçar e se morder de vez em quando?
Coçar-se e mordiscar ocasionalmente é normal para cães, assim como para humanos. No entanto, se o comportamento se torna frequente, intenso, ou se você percebe lesões na pele, perda de pelo ou outros sintomas, é um sinal de que algo não está certo e merece atenção.
Como identificar se a coceira do meu cachorro é por pulgas?
Procure por pulgas adultas no pelo, especialmente na região da base da cauda, virilha e axilas. Use um pente fino para pulgas. Outro sinal é a presença de “sujeirinha de pulga” (pequenos pontinhos pretos que, ao serem umedecidos, ficam avermelhados), que são as fezes das pulgas. Elas causam coceira intensa.
Meu cachorro se coça muito, mas não vejo pulgas, o que pode ser?
A ausência de pulgas visíveis não descarta problemas. Pode ser que seu cão tenha poucos parasitas, mas uma forte alergia à saliva da pulga. Além disso, a coceira pode ser causada por ácaros (sarnas), alergias (alimentares ou ambientais), infecções de pele, ou até mesmo estresse e ansiedade. Um veterinário pode ajudar no diagnóstico.
Posso usar shampoo humano para aliviar a coceira do meu cachorro?
Não é recomendado usar shampoo humano em cães. O pH da pele dos cães é diferente do nosso, e produtos humanos podem ressecar e irritar ainda mais a pele deles, piorando a coceira e o desconforto. Sempre use shampoos específicos para cães, preferencialmente hipoalergênicos, sob orientação veterinária.
A dieta do meu cachorro pode influenciar na coceira?
Sim, a dieta tem um papel fundamental. Alergias alimentares são uma causa comum de coceira crônica em cães. Além disso, uma dieta pobre em nutrientes essenciais, como ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, pode comprometer a saúde da pele e do pelo, tornando-os mais vulneráveis a irritações.
Meu cachorro está se lambendo e mordendo as patas, o que isso significa?
Lamber e morder as patas excessivamente é um sintoma comum de várias condições. Pode indicar alergias (ambientais ou alimentares), infecções fúngicas (como Malassezia), corpos estranhos entre os dedos, dor nas articulações ou até mesmo estresse e ansiedade. É importante observar outros sintomas e procurar um veterinário.
Quanto tempo leva para o tratamento da coceira fazer efeito?
O tempo para o tratamento fazer efeito varia muito dependendo da causa da coceira. Para parasitas, o alívio pode ser rápido. Para alergias ou infecções crônicas, pode levar semanas ou até meses para controlar os sintomas e encontrar a causa raiz. A paciência e a adesão ao plano veterinário são essenciais.
Fontes e Referências
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Escrito por:
Patricia Hoffmann
Sou apaixonada por cães e tutora da Magali e do Tuta. Compartilho conhecimento científico para que você possa cuidar ainda melhor do seu pet!